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Projeto é vacinar toda a população brasileira contra a covid-19 até setembro de 2021

 

 

O movimento Unidos pela Vacina, que ganhou a adesão dos 246 municípios goianos, também será apoiado em todo o Estado pelas associações comerciais filiadas à Federação das Associações Comerciais, Industriais, Empresariais e Agropecuárias do Estado de Goiás (Facieg). A campanha de âmbito nacional tem o objetivo de ajudar os estados e municípios brasileiros na imunização de toda a população brasileira contra a covid-19, até setembro de 2021. Considerando a primeira dose da vacina, até o momento, apenas 6% da população foi vacinada no País. 

 

Neste dia 25 de março, o presidente da Facieg e presidentes de associações comerciais conheceram detalhes da campanha Unidos pela Vacina apresentados pelas empresárias Helenir Queiroz e Sandra Méndez, durante uma live. O movimento apartidário e espontâneo da sociedade civil, em parceria com os poderes públicos, começou com o grupo Mulheres do Brasil, encabeçado nacionalmente pela empresária Luiza Helena Trajano. Em Goiás, o movimento é liderado pelos empresários Helena Ribeiro e Fernando Maia.

 

Ao anunciar o apoio da Facieg ao movimento, o presidente Sebastião Vieira Sobrinho (Seba) parabenizou todos os envolvidos no trabalho. “Esta iniciativa contará com a participação efetiva das associações comerciais que incentivarão a população a vacinar e apoiarão a iniciativa mediando informações entre o movimento e os municípios para o enfrentamento dos gargalos mapeados. Nosso foco é conseguir vacinar o mais rápido possível os 7,2 milhões de goianos que estão ansiosos para proteger suas vidas e retomar suas atividades”, disse o presidente. 

 

Etapas

O movimento é composto por três frentes de trabalho. A primeira é a realização de pesquisa em todos os municípios goianos para saber quais são os maiores gargalos que as prefeituras enfrentam para ampliar a vacinação. Outra frente será encarregada da logística. O movimento já tem a participação de companhias aéreas para ajudar a transportar as vacinas em todo o Brasil. Também terá a participação de empresas de transportes terrestres, que vão disponibilizar caminhões com baús refrigerados para levar as vacinas até os municípios. A terceira frente de trabalho vai atuar nos municípios com maiores problemas de infraestrutura para a vacinação, oferecendo equipamentos (geladeiras, freezers, mobiliário, etc) e até mesmo recursos humanos.  Todas essas ações seguem a governança da liderança nacional do movimento, que ainda conta com parceiros que realizam os trabalhos de compliance e de auditoria. Não haverá repasses financeiros para o Estado e prefeituras.